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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Comissão recebe representantes de auxiliares de biblioteca da rede municipal de ensino

A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo emitiu pareceres a sete projetos de lei e deliberou sobre as datas de duas audiências públicas. O colegiado recebeu, ainda, representantes dos auxiliares de biblioteca da rede municipal de ensino, que solicitaram a realização de uma audiência para discutir as condições de trabalho e a relevância pedagógica e educacional dos serviços prestados pela categoria.
De acordo com o servidor municipal Jorge Ferraz, que participou da reunião da Comissão, quase todas as escolas municipais sofrem com o número reduzido de auxiliares de biblioteca, o que impede o acesso ao seu acervo em, pelo menos, um dos três turnos de funcionamento das instituições de ensino: manhã, tarde ou noite.
Os representantes da categoria também salientaram que a realização de audiência pública na Câmara servirá para combater a invisibilidade a que estão submetidos, uma vez que, segundo eles, “quando se pensa em educação, se pensa, em primeiro lugar, no professor”. Os auxiliares de biblioteca da rede pública de Belo Horizonte disseram, ainda, que pleiteiam condições de trabalho similares àquelas concedidas à categoria no município de Betim, que, de acordo com eles, é uma cidade que adota políticas de valorização profissional.
O presidente da Comissão de Educação propôs aos representantes dos auxiliares de biblioteca que encaminhem uma solicitação oficial de audiência pública, constando as sugestões de convidados e de temas a serem debatidos. A Comissão irá deliberar sobre a realização da audiência em sua próxima reunião ordinária, no dia 13 de novembro, às 13h30.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Educação Infantil e as eleições municipais

No dia 7 de agosto realizamos uma Assembleia da Educação Infantil e debatemos o projeto enviado pelo prefeito à Câmara Municipal que reproduz a emenda 5 do PL 2068/12: O que fazer? Acompanhar a tramitação do projeto e articular a reapresentação da proposta de unificação da carreira docente, prevista na Emenda 4, articulada durante a greve? Ou deixar o novo projeto correr solto, sem intervenção da categoria?
Propusemos que a Educação Infantil deveria procurar os/as candidatos/as à prefeitura e exigir o compromisso com a unificação da carreira docente, pois nossa avaliação é que não haverá votação no próximo período. Afinal, os/as atuais vereadores/as estão nas ruas pedindo voto para a reeleição.
A atual diretoria defendeu não votar nem a aprovação, nem a rejeição a esta proposta, assim como não acompanhar a sua tramitação.
Infelizmente, esta posição foi vitoriosa. Com isso, perdemos todo o acúmulo conquistado durante a greve com apoio de grande parte da Câmara à Emenda 4.
Esta posição enfraquece a categoria, pois o projeto em curso consolida a divisão da carreira docente e dificulta nossa luta pela carreira única.
Além disso, nos últimos dias, as candidaturas do Sr. Lacerda e do Sr. Patrus tem procurado insistentemente a militância da Educação Infantil para participar da elaboração de seus programas de governo.
Diante das investidas, precisamos ter uma ação coletiva unificada para garantir conquistas para a categoria e não sermos transformadas em massa de manobra eleitoral. Sabemos que algumas pessoas têm dúvidas quanto a isso, por isso relembramos o que fizemos em 2008. Naquela ocasião, realizamos um debate no sindicato convidando todos os candidatos para apresentarmos a pauta de reivindicações da categoria. No segundo turno, chamamos uma reunião com os candidatos Leonardo Quintão e Márcio Lacerda. O primeiro esteve pessoalmente no SindREDEBH, o segundo enviou o seu assessor, Jorge Nahas.
Logo após as conversas, a campanha do Sr. Lacerda publicou e entregou em todas as UMEIS aquele panfleto que afirmava o compromisso com a isonomia salarial, até hoje não cumprido.
Entretanto, destacamos que uma das questões levantadas na ocasião, a participação das “Educadoras” nas eleições para vice-direção de UMEIs, não prevista na portaria da SMED, foi garantida, após a visita de uma comissão da Educação Infantil ao Comitê do Sr. Lacerda, na segunda-feira após o resultado do segundo turno.
Foi a determinação da categoria que garantiu que o governo Pimentel, apoiador da candidatura do Sr. Lacerda, implementasse em 2008 o previsto na Lei 9154/06, possibilitando a posse das primeiras educadoras na vice-direção das UMEIs.
Por isso, nossa proposta é que a Educação Infantil apresente a sua reivindicação – a unificação da carreira docente - a todas as candidaturas o mais rápido possível, e exija o compromisso de sua implementação imediata.
Com isso, assumimos nosso protagonismo, além de evitarmos a utilização de nossa luta como mecanismo das candidaturas da continuidade para conseguirem votos da categoria. Neste sentido, devemos apresentar a todos/as os/as candidatos/as a seguinte proposta:
“Nós, professoras da Educação Infantil da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte, vimos cobrar de V.Sa. o compromisso da unificação da carreira docente na PBH no primeiro ano de mandato. Para isso, propomos:
1. A instalação imediata da comissão para discussão da carreira docente proposta pelo Ministério Público Estadual, com prazo para apresentação de proposta até a primeira semana de outubro de 2012.
2. A elaboração de projeto de lei de unificação da carreira docente a ser encaminhado à Câmara Municipal até o início do mês de novembro de 2012.
3. A votação de projeto de lei de unificação da carreira docente até o início do mês de dezembro de 2012.”
 
http://redetravessia.blogspot.com.br/

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Manifestação dos Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH

 
Olá companheiros e companheiras,

Eis a partida da nossa luta retratada. Apesar de poucos colegas presentes, foi uma manifestação linda, cultural, encantadora. Pessoas paravam para ouvir as histórias e os poemas!
Faltou você!

Grata ao Jorge e Daniel pela força e coragem de METER A CARA. É isso aí, é só o começo e agora que entramos no campo de batalha não podemos recuar.
A confirmar: Dia 18/08. às10:00 no Sind Rede faremos uma reunião aberta a todos interessados para decidirmos as próximas estratégias.
Obviamente que quanto mais adeptos, melhor.

Agraços a todos!

Renata
Aux. Bteca -EMPEV



quinta-feira, 19 de abril de 2012

A SMED se mexeu, mas ainda é pouco!!

Informe da reunião de negociação:
A comissão de negociação teve hoje de manhã reunião com a Macaé e seu gabinete para apresentação de propostas à categoria:
         Nivelamento do valor do salário entre o nível 1 da Educação Infantil com o nível 1 do professor municipal. A equiparação seria para vigorar nos salários de novembro deste ano, já com os reajustes previstos até aquela data.
                 Equiparação dos abonos de fixação e de reunião pedagógica com os abonos pagos aos professores.
Quanto à equiparação da carreira, declararam que estão estudando avan-
ços para o futuro, mas que no momento não dá pra equiparar devido aos
problemas orçamentários. Quanto a reposição dos dias parados e sobre o
cancelamento dos contratos de dobra, a SMED diz que poderão ser nego-
ciados após o fim do movimento.

domingo, 15 de abril de 2012

TODO APOIO À GREVE DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM BELO HORIZONTE/MG

Manifesto de apoiadores



Nós, entidades sindicais e populares, representantes das classes trabalhadoras da cidade vimos a público manifestar incondicional apoio à greve das professoras da educação infantil da rede municipal de Belo Horizonte, MG, por sua justa reivindicação de reconhecimento da carreira, por parte da Prefeitura de Belo Horizonte – PBH -, conforme os demais professores do município. As crianças da cidade estão há 21 dias sem atendimento e o prefeito não tem postura responsável de negociação.

Reafirmamos que todas as crianças de 0 a 6 anos têm direito a uma vaga na educação infantil, pública e de qualidade. Com professoras capacitadas a orientar o seu desenvolvimento integral: psíquico, motor, cultural, cognitivo e social. Mas o prefeito Márcio Lacerda e sua secretária de educação negam garantir esse direito quando não valoriza o trabalho e a carreira das professoras. Além disso, não ampliam o atendimento a todas as crianças do município com a criação de vagas e construção de novas unidades.

Essa política do prefeito é parte de toda a desvalorização da educação municipal, pois, segundo o Sind-REDE/BH (sindicato das professoras) a prefeitura de BH descumpre a lei que obriga o investimento de 30% do orçamento do município em educação. A média de gastos, na verdade, tem sido de 19% apenas. Mesmo assim, boa parte desses recursos são gastos com projetos assistencialistas, que são necessários, mas, não são despesas da educação.

Enquanto isso, o prefeito gasta cerca de 40 milhões de reais com propaganda que nada informa de verdade e que só busca enganar a população e visando a sua reeleição. Ainda segundo cálculos do sindicato, bastariam 12 milhões de reais para unificar a carreira da educação e garantir os direitos das educadoras.

Compreendendo que a luta das professoras da educação infantil pela valorização da sua carreira é uma luta de toda cidade, e principalmente das classes trabalhadoras, pelo acesso e pela qualidade na educação, solicitamos do prefeito Márcio Lacerda que abra imediata negociação com as professoras em greve e atenda sua justa reivindicação de serem tratadas verdadeiramente como professoras qualificadas e importantes para o desenvolvimento das nossas crianças.

A greve continua, Lacerda, a culpa é sua!!



Assinam esse Manifesto:



Fórum Social Mundial-MG, Associação Comunitária Vale das Acácias de Santa Luzia, Central Sindical e Popular-Conlutas, SindUTE/MG, Quilombo Raça e Classe, SindsPrev/MG, Associação Nacional dos Estudantes Livre/MG, F. S. D. MET./MG, Federação Democrática dos Metalúrgicos/MG, Sintappi/MG, Movimento Mulheres em Luta/MG, Sindeess, KOLPING Vila, Mov. Oposição Bancária, Comunidade Camilo Torres e Irmã Dorothy, Comunidade Zilah Spósito/Helena Greco, ABRIGO Dandara, Brigadas Populares, PSTU, frei Gilvander Luís Moreira, Corrente Sindical Unidade Classista/Intersindical, PCB, Coletivo de Mulheres Ana Montenegro, Instituto Caio Prado Jr, União da Juventude Comunista



(Manifesto aberto a outros apoiadores)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Educadores em greve fazem manifestação em três pontos de BH

Protesto foi nas avenidas Amazonas, Antônio Carlos e Cristiano Machado.
Categoria reivindica equiparação da carreira à de professor municipal.

Fonte: G1


Em greve, trabalhadores da educação infantil da rede pública municipal de Belo Horizonte fizeram protesto na tarde desta segunda-feira (26) em três pontos da capital mineira. De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), os manifestantes se reuniram nas avenidas Amazonas, na Região Centro-Sul, Antônio Carlos, na Região Noroeste e Cristiano Machado, na Região Nordeste.

Por causa do protesto, o trânsito ficou lento no sentido bairro das vias. Por volta das 17h, a BHTrans informou que os locais já estavam liberados, mas ainda havia retenção no tráfego.

Reivindicação
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sindrede-BH), a manifestação teve como objetivos divulgar o movimento junto á comunidade e pressionar a prefeitura para abertura de negociação. Os educadores reivindicam equiparação da carreira à de professor da rede municipal, com todas as garantias e benefícios recebidos pelos colegas.

Em nota, a prefeitura informou que cumpre na íntegra a Lei do Piso Salarial Nacional e que encaminhou à Câmara Municipal um Projeto de Lei que propõe transformar o cargo de educador infantil em professor da educação infantil. Entretanto, o Sindrede-BH alega que tal proposta não atende à solicitação dos educadores.

Ainda de acordo com a entidade, cerca de 80% da categoria adere ao movimento grevista. Já a prefeitura afirma que, nesta segunda-feira, não houve atividades em 17 unidades, o que corresponde a 25% paralisação.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

IIº Encontro coletivo dos professores da Educação Infantil da PBH

Este fórum tem como objetivo a constituição de um espaço coletivo permanente, como forma de proporcionar um ambiente de discussão sobre as políticas que regem a Educação Infantil, realizar o levantamento de encaminhamento para que possam ser levados e discutidos com o Sind-Rede (órgão que nos representa) além de criar um espaço de convivência entre os Professores da Educação Infantil.

No dia 04/08/2011, aconteceu o 2º encontro de Professoras da Educação Infantil da PBH que ocorreu na UMEI São Gabriel.

A pauta de discussão foi: a socialização da Recomendação do Ministério Público, os relatos da conversa com o Promotor Eduardo Nepomuceno , feito pelas Professoras que movem o processo, as ações e visitas do Sind-rede nas UMEiS/ Escolas, socialização das ações do Conselho Municipal de Educação e a retirada dos encaminhamentos do grupo para serem discutidos na reunião do Sind-Rede no dia 10/08/11.

Recomendação do Ministério Público:

“Considerando a autoridade competente para encaminhamento e solução da presente demanda ser Sua Excelência, Senhor Prefeito Municipal.


RESOLVE:


RECOMENDAR ao Município de Belo Horizonte, na pessoa de Sua Excelência, Senhor Prefeito Municipal, Márcio de Araújo Lacerda, que encaminhe projeto de lei à Câmara Municipal, no sentido de revogar os dispositivos normativos anteriores, relativos ao cargo de Educador Infantil ao de Professor, nos níveis iniciais da carreira (Educação Infantil Básica), assegurando-lhes os mesmos direitos para todos os fins, inclusive de tratamento e política salarial, remuneração, gratificações e aposentadoria."


O Ministério Público estipula:

“Aguarde-se resposta por 60 (sessenta) dias. Findo tal prazo, não havendo manifestação, serão adotadas medidas judiciais pelo Ministério Público”

O grupo vê essa recomendação como uma vitória e acorda que as manifestações não podem deixar de acontecer, visto que a Prefeitura tem 60 dias para dar sua resposta à recomendação.

Encaminhamentos:

- Enviar 1 representante de escola em cada turno, nas reuniões do Sind-Rede para garantirmos uma maior participação das educadoras nas discussões e decisões das ações.

- Requerer junto ao Sind-Rede que entrem em contato com o D.A. de Pedagogia da Puc, para que nos dias que ocorrerão o Ciranda, todas as UMEIS/Escolas de educação Infantil possam expor os projetos e atividades no hall do prédio de Pedagogia, ou em outro espaço dentro da PUC. Nesse dia não realizaremos manifestos com apitos, será um manifesto de sensibilização e conscientização do trabalho realizado na Educação Infantil da PBH, Faremos exposições de TODOS os trabalhos desenvolvidos nas UMEIS/escolas. Já que a SMED não reconhece nossos trabalhos vamos mostrá-los para todos os participantes do Ciranda. Convidar a imprensa para esse ato.

- Requerer junto ao Sind-Rede que seja considerado dia de greve os dois dias do Ciranda, para que possamos fazer nossa exposição.

- Requerer ao Sind-Rede maior divulgação da situação atual da luta da Educação Infantil em BH, através de outdoor, faixas pela cidade, adesivos para carro, propagandas em rede nacional com relatos além da camiseta.

- No dia da reunião proposta pelo Sind-rede, dia 10/08, que ocorrerá na Câmara, estaremos aproveitando o espaço para entregar aos vereadores, em seus gabinetes, uma carta juntamente com a recomendação do Ministério Público, que será redigida pela comissão de Professoras (já definida em reunião).

- Elaborar relatos sobre “A Educação Infantil de BH”, contando a história da nossa luta para enviar ao jornal Hoje em dia,  e tentar publicação.

- Requerer ao Sind-Rede que esclareça e discuta com a categoria sobre a proposta de Parceria Público Privada e a suposta criação do concurso do MGS para atender a Educação Infantil da PBH.
- Maior divulgação nas UMEIS/Escolas sobre nossos encontros.

- Eventos importantes que necessitam da participação dos Professores para garantir objetivo da luta, Enquadramento de carreira.

- Participação nas reuniões do Conselho Municipal de Educação dia 23/08, discussões para elaboração do regimento escolar dias 18e 19 de agosto.

Parecer do Conselho Municipal de educação;

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DISCUTE REFORMULAÇÃO DE RESOLUÇÕES

O Conselho Municipal de Educação (CME/BH), por meio de sua Câmara de Educação Infantil, está discutindo a reformulação das resoluções CME/BH 001/2000, 002/2003, que normatizam a educação infantil em Belo Horizonte.


A plenária ordinária do dia 30 de junho de 2011 aprovou o cronograma de ações internas e externas, que serão desenvolvidas ao longo do segundo semestre no sentido de qualificar as discussões e possibilitar a participação das instituições que compõem o Sistema Municipal de Ensino e a população em geral.


A Câmara de Educação Infantil definiu ainda os conselheiros responsáveis pela redação das minutas de pareceres e da nova resolução: Áurea Nóa Lisbôa Leão, representante dos órgãos governamentais e presidente do CME/BH; Cristina de Freitas Castilho, representante dos órgãos governamentais; Maria Elisa Cabaleiro Rodrigues, representante dos trabalhadores de instituições filantrópicas comunitárias ou confessionais de ensino infantil; Maria Antonieta Sabino Viana, representante dos trabalhadores em Educação das escolas públicas municipais; Sérgio Ricardo Sydney Campolina, representante das instituições privadas de educação infantil.


Nesta fase de redação, a câmara contará com assessoria e contribuição das professoras Dinéia Aparecida Domingues, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) e Maria Cristina Soares de Gouvêa e Mônica Correia Baptista, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


Uma das atividades deste movimento de reformulação é a realização da palestra “A Cultura da Infância e a Apropriação dos Espaços Urbanos”, aberta ao público, que será proferida pela professora Maria Cristina Soares de Gouvêa no dia 23 de agosto, às 14h, no teatro da PUC-Minas (Prédio 30), na rua Dom José Gaspar, 500, Coração Eucarístico.


Diário Oficial do Município 02/08/11

O grupo avalia que após a ida das representantes na reunião do CME, no final do mês de junho, possibilitou que o CME reconsiderasse a reestruturação dos pareceres que regem a Educação Infantil.


Nosso próximo encontro ocorrerá no dia 24/08/2011, às 18:15, na UMEI Alaíde Lisboa.

Pauta de encontro:

- Levantamento de ações para os primeiros 15 dias do mês de setembro, que antecedem a data limite para resposta da Prefeitura de BH à Recomendação do MP.




Não podemos fugir do vento.
Enfrentamos, ajustamos as velas e continuamos.

Coletivo da educação Infantil de BH

terça-feira, 12 de julho de 2011

orientações sobre FIJ/FERLAGOS

Companheiras/os, 
Seguem as orientações para caso FIJ/FERLAGOS:
Assim que sair o nome no DOM solicitar da PBH: 
a) cópia inteiro teor do processo (a PBH cobra uma taxa)
b) cópia contra-cheque do mês de maio e junho (para comprovar a alteração de nível) - pegar o documento com carimbo (isso é possível na Espírito Santo, 250)
c) procurar a Mariana no Departamento Jurídico do SindREDEBH
Obs.: tirar cópias de toda a documentação. É importante guardar copia de todos os documentos enviados para processo administrativo ou judicial.

O contracheque que a PBH entrega lá na SMARH não demonstra em qual nível o servidor está. Portanto, é necessário o xerox do contracheque emitido pelo Banco do Brasil. Esse sim vem com as informções que necessitamos para ajuizar a ação.
 
Favor retificar a instrução constante na letra "b": b) cópia contracheque do mês de maio e junho (pegar o contracheque disponível no Banco do Brasil)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Aluna alvo de bullying ganha escolta da Guarda Municipal em BH

Segundo a mãe, adolescente foi perseguida mesmo após expulsão de agressora

Aluna alvo de bullying ganha escolta da Guarda Municipal

Secretaria de Educação de BH diz que caso está sendo avaliado

Por RODRIGO CLEMENTE

Vítima de agressões psicológicas e físicas no ambiente escolar, uma garota de 12 anos vem recebendo escolta da Guarda Municipal de Belo Horizonte há um mês. A adolescente, aluna do 6º ano da Escola Municipal Dom Orione, no bairro São Luiz, região da Pampulha, é acompanhada diariamente da porta da instituição até a van que faz o transporte da garota até sua casa.

A estudante acusada de ser a responsável pela prática do chamado bullying - também aluna da Dom Orione, mas de outra turma -, teria sido expulsa da escola. Ela, porém, estaria indo frequentemente até a porta da escola e mantendo as ameaças.

Segundo a mãe da adolescente, o assédio à sua filha vinha ocorrendo há cerca de um ano, mas só foi descoberto recentemente.

Conforme a mulher, que preferiu não ser identificada, a agressora atirava merenda na filha, puxava seus cabelos, dava rasteiras e colocava apelidos.

A última agressão, segundo ela, foi um tapa no rosto, na última terça-feira, dentro da escola. Dessa vez, a aluna teria apanhado de outra menina, amiga da adolescente que teria iniciado a violência.

A mãe diz que a filha está sendo coagida sem nenhum motivo. "Disseram que não iam com a cara dela e que a achavam metida. Minha indignação é por ela não ter feito nada com ninguém", lamenta. A mulher relatou ainda que fica muito preocupada com a filha quando ela está na escola. "É um alívio quando ela chega em casa".

Avaliação.A Secretaria Municipal de Educação negou a expulsão da aluna apontada como agressora e disse que ela mudou de escola por opção da família. A Guarda Municipal confirmou a escolta da outra estudante. A secretaria informou ainda que o caso está sendo avaliado, já que a adolescente não apresenta sintomas de vítimas de bullying, como vontade de mudar de escola ou de se isolar do convívio com outros alunos.

A jovem, conforme a secretaria, gosta das aulas e participa de várias atividades. Após reunião ontem entre a secretaria e a direção da escola, familiares das garotas envolvidas serão chamadas à instituição.

A Secretaria Municipal de Educação informou ainda que, além dos programas existentes contra a prática do bullying, será implantado o programa Rede de Paz nas Escolas, que pretende discutir todas as questões do ambiente escolar.



Para especialistas, polícia deve ser a última alternativa
Segundo a psicóloga escolar Simone Silveira, a polícia e a Justiça devem ser a última alternativa buscada, mesmo em casos de bullying extremos. Ela defende que o problema deve ser resolvido dentro da própria escola e com o auxílio das famílias dos envolvidos.

A especialista afirma que vítima e agressor precisam de acompanhamento psicológico. "É preciso cuidar do emocional, e não só da segurança da vítima. Já o agressor precisa aprender os limites, num trabalho conjunto de pais e escola. O principal é tomar medidas preventivas", avalia.

De acordo com ela, vítimas de bullying podem sofrer consequências graves, como depressão e síndrome do pânico, se não receberam um acompanhamento adequado. (Tâmara Teixeira)

Publicado no Jornal OTEMPO em 01/04/2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pós-graduação e auxiliares

Olá pessoal!!!

Hoje saiu na intranet um processo seletivo para pós-graduação. Mas, não se entendi bem, nós auxiliares não poderemos participar desse processo. Entendi bem?!!? Ano passado na Bienal, a Macaé disse iriam oferecer pós-graduação para nós tb. E agora José!?!? Vamos ser lembrados? Pq muitos de nós, apesar de ter um cargo de nível ensino médio, temos curso superior. E com certeza, muitos de nós tb tem interesse em fazê-las.

Alguém sabe algo a respeito?

PREFEITURA DISPONIBILIZA VAGAS PARA PÓS-GRADUAÇÃO EM ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA - http://intranet.educacao.pbh/?q=node/3855


Abraços,

--
Charlene Santos

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

PBH quer confiscar direitos de sua aposentadoria


As entidades representativas dos servidores públicos de Belo Horizonte alertam sobre o golpe que o prefeito preparou na Previdência Municipal.
Marcio Lacerda encaminhou à Câmara dos Vereadores, no dia 22 de dezembro de 2010, um projeto de reestruturação do regime próprio de previdência, sem qualquer diálogo com os servidores e suas entidades.
O prefeito voltou atrás no compromisso assumido publicamente de que o projeto seria encaminhado à Câmara em 2011, após ampla discussão com as categorias.
O Projeto de Lei 1410/10 abrangerá todos os servidores da ativa e aposentados. Portanto, causará impacto significativo na vida dos trabalhadores. Uma análise criteriosa dos sindicatos mostrou que ele contém inúmeros pontos que, se forem aprovados como estão, causarão grandes prejuízos ao conjunto dos servidores.
Além disso, o Projeto entra em conflito com o Estado Democrático de Direito, com a Constituição Federal e todo o ordenamento jurídico, ferindo direitos fundamentais e benefícios atuais dos servidores da PBH.
Diante disso, as entidades aqui representadas enviaram ao prefeito um ofício reivindicando a retirada do Projeto da Câmara Municipal e a abertura de imediata de negociações, bem como o agendamento de uma reunião.


Principais pontos do Projeto de Lei 1410/10 que
resultam em perdas irreparáveis aos servidores

Numa análise do Projeto de Lei nº 1410/2010, que Reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Belo Horizonte (RPPS), foram identificados uma série pontos que, se forem aprovados como estão, causarão prejuízos a todos os servidores públicos. Confira:

- O novo RPPS sinaliza para a criação da previdência complementar. Isto significa que a Prefeitura poderá adotar o teto de benefícios do RGPS para pagamento de aposentadoria e pensão dos servidores (que hoje gira em torno de três mil e quatrocentos reais) e instituir uma contribuição adicional, o que implicaria em redução da remuneração dos servidores, principalmente daqueles que ganham acima do teto do INSS.

- O projeto de Lei apresentado na Câmara não prevê o princípio da gestão democrática impedindo que haja efetivo direito de participação dos aposentados, pensionistas e servidores ativos na gestão do RPPS.

- Proíbe o pagamento de pensão para os pais que recebam aposentadoria e pensão, sem sequer ter a chance de provar que dependem economicamente do segurado.

- Limita a dependência do filho inválido ou irmão inválido àquele que adquire a invalidez até os 21 anos. Ou seja, o irmão ou filho que ficar inválido após os 21 anos de idade não será considerado dependente.

- Dificulta o exercício dos direitos das pessoas que vivem em união estável.

- Se o servidor ou a servidora vier a falecer antes do nascimento do filho, a criança ficará desamparada.

- Não presume a dependência econômica de filhos, cônjuges, companheiros e pais.

- Não considera acidente em serviço aquele ocorrido no deslocamento de casa para o trabalho e vice-versa

- Cria dificuldades para concessão da aposentadoria por invalidez.

- O art. 58 do referido projeto de lei prevê praticamente uma hipótese de confisco, na medida em que dispõe que pode ser descontados dos benefícios pagos aos servidores qualquer valor devido ao Município. Na interpretação desse artigo poderia se chegar ao absurdo de se descontar do benefício do servidor inclusive débitos oriundos do não pagamento de tributos. E pior, mesmo que seja devida a parcela pelo servidor, não há limite do percentual que poderá ser descontado, podendo, na prática ser descontado o valor correspondente ao benefício total (deixando o servidor aposentado ou o pensionista sem nenhuma remuneração no mês).

- Proíbe a concessão da aposentadoria especial até a edição de Lei Complementar Federal. Na prática, pode gerar dificuldades até mesmo no exercício de direitos já conquistados pelos Sindicatos por meio da impetração de Mandado de Injunção, que está garantido a aposentadoria especial aos servidores que trabalham em condições insalubres e perigosas.

- Impede a participação paritária dos aposentados, pensionistas, servidores ativos e representantes do Município (titulares de cargos efetivos), gerando desigualdade no exercício da gestão do RPPS.

Quem vai garantir nossa aposentadoria?

O Projeto de Lei 1410/10 não garante a sustentabilidade do Fundo Municipal de Previdencia, pois a PBH não apresentou o impacto orçamentário e financeiro que ele irá gerar aos cofres do Município.
Além disso, a PBH não se responsabiliza totalmente pela saúde financeira do Fundo, o que é grave.
Ao longo dos últimos quinze anos, vários fundos de países da América Latina faliram. Portanto, a experiência histórica demonstra que este Projeto, da forma como foi encaminhado, não é a melhor Previdência para os servidores.


Ataques não param por aqui

Este Projeto de Previdência não está deslocado do contexto nacional. Desde o início dos anos 90, os governos vêm discutindo a Reforma da Previdência. O governo e a mídia tentam nos fazer crer que esta reforma é urgente e necessária. E ela é.
No entanto, as alterações na Previdência feitas pelos governos só retiram direitos dos trabalhadores - sejam eles públicos, terceirizados, autônomos, celetistas ou estatutários.
Portanto, a luta por uma aposentadoria digna é de todos os trabalhadores. Vamos sair às ruas para garantir este direito que é nosso.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Beprem/Unimed/PBH: A terceirização e a saúde do trabalhador


Olá a Todas e Todos,

Abaixo, envio o link com mais detalhes sobre o plano de saúde de coparticipação entre a PBH e Unimed.

Obs1.: Esta informação foi enviada pelo Profº Herbert Timoteo


Obs2.: Neste link poderá fazer simulação de planos de saúde «» relação de documentos necessários«» acesso ao termo de adesão ao plano de saúde «» agendar a adesão, sendo que primeiro terá que fazer o cadastro online.


As(os) interessadas(os) podem acessar: 
http://www.motivosunimed.com.br/implantacaopbh/


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

13º SALÁRIO NA PBH SERÁ PAGO EM 7 DE DEZEMBRO

Cumprindo determinação do prefeito Marcio Lacerda, as Secretarias Municipais de Finanças e Planejamento informam que a segunda metade do 13º salário será paga junto do salário de novembro, creditado no próximo dia 7 de dezembro. Os valores já virão reajustados integralmente de acordo com o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal. Os reajustes referentes aos meses anteriores serão efetuados de uma única vez durante o mês de dezembro.

Abraços a todos!

Karina Ferreira -EMFDC

terça-feira, 19 de outubro de 2010

[RMEBH] Aprovada a PL 1174/2010 em segundo turno

O Plenário da Câmara Municipal aprovou em 2º turno o reajuste salarial (PL 1174/2010) e ao projeto que altera regras para aposentadoria por invalidez permanente (PL 530/2009). Também foi aprovada, em 1º turno, a proposta que estende o período de licença-maternidade para as servidoras da Prefeitura (PL 175/2009). A reunião foi acompanhada por centenas de trabalhadores e estudantes que comemoraram a votação.

O PL 1.174/10 prevê aumento médio de 4,11% mais abonos que variam entre R$ 60 e R$ 120.

Também foram aprovadas bonificações (BCMI) para quatro carreiras de quase 40 mil servidores públicos.por cumprimento de metas, mediante avaliação de desempenho, o que não incide sobre a aposentadoria, décimo-terceiro e outros direitos trabalhistas
Alvo de muitos debates e polêmicas entre os parlamentares, e críticas dos servidores, os artigos 19 e 20 do projeto também foram aprovados. O artigo 20 permite que a perícia médica seja realiza por empresa privada. Já o dispositivo 19 autoriza a contratação, mediante licitação, de operadoras de planos e/ou seguros privados de assistência à saúde para prestação de assistência ao funcionalismo municipal. A contratação de operadoras de planos de saúde substituirá a assistência prestada pela Beneficiência da Prefeitura (BEPREM), que será extinta no final deste ano. O serviço será prestado aos servidores mediante convênio, que poderá ser pago total ou parcialmente pela Administração.

Outros projetos que vão mexer com a cidade e a administração dos recursos municipais foram aprovados na reunião. Atendendo a uma reivindicação antiga dos estudantes de Belo Horizonte, foi aprovado em 1º turno o PL 1173/2010, de autoria do Executivo, que cria o Auxílio de Transporte Escolar para alunos do ensino médio. A proposta institui o passe integral (correspondente a duas passagens) a estudantes que residam a distâncias superiores a dois mil metros das escolas e que, preferencialmente, sejam de família beneficiada em programas sociais desenvolvidos no Município.

Com dados da Câmara Municipal - BH

terça-feira, 5 de outubro de 2010

[RMEBH] Aprovado projeto de Lei 1.174/10

Aprovado, com unanimidade (35 votos), o Projeto de Lei 1.174/10, que concede  reajustes remuneratórios aos servidores e empregados públicos da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo e dá outras providências. 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Votação do reajuste da educação BH

Votação do reajuste salarial dos servidores da educação municipal na CMBH, em 1º turno, agendada para amanhã, 05/10, às 15h.
Esperamos obter o mais rápido possível a data da votação em 2º turno, para avisarmos as escolas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

(RMEBH) URGENTE: mudança na data de votação do reajuste!!

URGENTE!
A CMBH MUDOU A DATA DE VOTAÇÃO DO REAJUSTE PARA:DIA 23/9 (QUINTA-FEIRA)
ÀS 9H
NA CÂMARA MUNICIPAL
TODOS LÁ!
 
ESSE É MAIS UM MOTIVO PARA LOTARMOS O PLENÁRIO DA CÂMARA E
MOSTRAR QUE QUEREMOS NOSSO REAJUSTE JÁ!
 
IMPORTANTE:
 
Apesar do compromisso, assumido diante da categoria, de convocar Sessão Extraordinária do Plenário da Câmara para o dia 22/9/2010, às 14h, a presidente da CMBH, Luzia Ferreira, nos surpreendeu com a notícia de que, devido a prazo regimental, essa Sessão para votação do nosso reajuste (PL 1174/10) só poderia ocorrer na quinta-feira, 23/9/2010, às 9h.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Reajuste SIM! Bonificação NÃO!

Trabalhadores da Rede lotam galerias da Câmara contra proposta de Bonificação!

Na tarde desta quinta, 5/8, a categoria realizou uma assembléia lotada e foi ao Plenário da Câmara Municipal de BH mostrar aos vereadores que não irá aceitar a proposta de Bonificação incluída no PL 1174/2010. O Executivo traiu o acordo feito com a categoria durante a greve ao incluir, no mesmo Projeto de Lei de reajuste, a Bonificação por Cumprimento de Metas e Indicadores (BCMI) - um ataque aos direitos básicos dos trabalhadores.


Por que dizer NÃO à BCMI?

A Administração Municipal incluiu a Bonificação por Cumprimento de Metas e Indicadores (BCMI) no PL 1174/2010, que prevê nosso reajuste e está em tramitação na Câmara Municipal (podendo ser votado a qualquer momento, conforme notícias dos vereadores). A BCMI está prevista no artigo 7º desse Projeto de Lei e possui os seguintes problemas:

1 - O reajuste apresentado pela Prefeitura não cobre sequer as perdas acumuladas pelos servidores. Portanto, é incoerente que recursos sejam gastos com abonos.

2 - Institui uma nova avaliação de desempenho sendo que já existe este instrumento previsto no Estatuto e nos Planos de Carreira dos servidores.

3- Não constam, no Projeto, os critérios e o formato dessa nova avaliação - o que deixa em aberto a possibilidade de que ela seja um instrumento de coerção e responsabilizaçã o dos servidores pelos problemas do serviço público.

4 - É discriminatória com os trabalhadores que adoecem no exercício de sua profissão e, especialmente, com as mulheres, pois exclui os profissionais que fazem uso de licenças, inclusive as licenças médicas e a licença-maternidade.

5 - Institui práticas antisindicais, ao atacar o direito de mobilização e greve do servidor.

6 - A proposta não garante sequer que a Bonificação será paga, mesmo que o servidor cumpra todos os critérios "draconianos" impostos, pois condiciona seu pagamento à disponibilidade financeira da PBH.

Por isso, em Assembléia, os trabalhadores em Educação decidiram lutar pela supressão do artigo 7º, que implementa a BCMI, do PL 1174/2010.


Como fica nosso reajuste?

O reajuste salarial dos servidores municipais (inclusive o nosso) está previsto no PL 1174/2010, conforme as tabelas acordadas durante a greve. Só passará a vigorar quando o mesmo for aprovado e sancionado pelo prefeito. Conforme o texto do Projeto, a primeira parcela do reajuste será retroativa a abril/2010 e a segunda, válida a partir de setembro/2010.