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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PBH apresenta proposta de previdência após fim da BEPREM

O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores do Executivo e do Legislativo de Belo Horizonte vai ganhar novos moldes a partir do ano que vem. A proposta de um novo sistema, que vai substituir a BEPREM, foi apresentada pela Prefeitura a vereadores e servidores na Câmara Municipal, no dia 26 de novembro. O plano de reestruturação da previdência deve chegar à Casa na próxima semana, na forma de um projeto de lei, para apreciação dos parlamentares.

Segundo o secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Informação, Helvécio Magalhães, além de adequar a previdência municipal às exigências da legislação federal e conferir maior transparência à gestão dos recursos, o principal objetivo da reestruturação é corrigir um desequilíbrio entre receitas e despesas no longo prazo, chamado desequilíbrio atuarial. Helvécio explicou que a previsão é de um déficit de R$ 7 bilhões em 100 anos, o que prejudicaria a correlação entre os montantes com que contribuem os segurados e os valores que perceberão a título de proventos e pensões.

A solução para equacionar o desequilíbrio atuarial, segundo Helvécio, será a divisão do funcionalismo em dois grupos. O primeiro será formado por cerca de 18 mil servidores ativos que ingressaram na administração até 31/12/2003, assim como aposentados e pensionistas (que hoje somam 9 mil pessoas) que tiveram benefícios concedidos até a publicação da lei que instituirá o novo sistema. Esse grupo será mantido por um fundo financeiro custeado pelas contribuições previdenciárias do próprio grupo e aportes do Tesouro Municipal.

O segundo grupo seria composto por aproximadamente 12 mil servidores ativos que ingressaram na administração a partir de 01/01/2004, e pelos aposentados e pensionistas com benefícios concedidos a partir da publicação da lei. Com aporte inicial de R$ 70 milhões (oriundos do patrimônio da BEPREM e de outros recursos da Prefeitura), o novo fundo previdenciário será mantido pelas contribuições do grupo. Inicialmente, esse fundo não teria despesas – pois não há nenhum servidor nele em vias de se aposentar – e seria capitalizado ao longo do tempo para assegurar o pagamento dos benefícios.

Outras medidas relacionadas à reestruturação da previdência municipal são a criação da Secretaria Municipal Ajunta de Gestão Previdenciária, responsável pela administração do sistema; a possibilidade de contribuição de servidores afastados ou licenciados; a inclusão de companheiros(as) homossexuais no rol de dependentes; a possibilidade de contribuição sobre parcelas remuneratórias como abonos e gratificações; e a obrigação de envio ao Poder Legislativo, a cada semestre, dos relatórios detalhados de receitas e despesas do novo fundo previdenciário.

O secretário assegurou que a gestão do sistema previdenciário estará sujeita ao controle interno da Prefeitura e do Tribunal de Contas, além da fiscalização do Poder Legislativo e de um Conselho Administrativo e Financeiro, integrado por representantes do Executivo e servidores eleitos.

Para o vereador Paulo Lamac (PT), líder de governo, o novo sistema vai conferir maior transparência e modernidade na gestão da previdência municipal. “Quando o projeto estiver tramitando na Câmara vamos assegurar ampla discussão com os servidores em audiências públicas, pois esse é um tema que impacta diretamente a vida de cada um deles e sua perspectiva de futuro”, comentou.

Plano de Saúde

O encerramento das atividades da BEPREM, em 31 de dezembro, também vai gerar mudanças na assistência à saúde do funcionalismo municipal. De acordo com Helvécio Magalhães, já foi publicado edital de licitação para contratar uma operadora de plano de saúde. A empresa vencedora será definida ainda em dezembro, e já no início do próximo ano os servidores poderão aderir ao plano, que terá subsídios proporcionais à faixa etária e remuneração.

Responsável pela Informação: Superintendência de Comunicação Institucional.

terça-feira, 8 de junho de 2010

BEPREM

PREZADOS COLEGAS
Repassamos a vocês informações importantes que precisam circular por todos os servidores efetivos da PBH. Aconteceu a segunda dia 31/05/2010 audiência pública na Câmara dos Vereadores para tratar do assunto do fim da Beprem e qual a situação do fundo previdenciário de todos nós. Eu estive presente na audiência e as informações são bastante confusas.
O que foi repassado é que os atendimentos odontológicos na Beprem, e outros atendimentos na Cliserv, e Clisan, não estão sendo mais agendados. Não se tem informações certas do executivo sobre o que está acontecendo. Algum dos responsáveis do governo convocados para dar explicação não compareceu a audiência. Foi repassada na câmara uma cópia de um ofício feito pelo vereador Iran Barbosa ao Secretário Josué Costa Valadão onde são feitas várias perguntas sobre patrimônio da Beprem, fundo de previdência, e várias outras. Entre as perguntas uma nos chamou a atenção para a gravidade do assunto: "porque não foi resgatado o patrimônio da Beprem emprestado ao governo do estado?.
Diante destes fatos será necessário a abertura de uma CPI para investigar o assunto que diz respeito aos nossos direitos inclusive de aposentadoria. Precisamos nos mobilizar para a abertura dessa CPI . Até o momento apenas 3 vereadores estão apoiando o processo. Precisamos que 21 vereadores assinem o requerimento da CPI.
Que precisamos fazer? Enviar email para todos os vereadores pedindo apoio para a abertura da CPI e comparecermos as próximas audiências, pois sem a presença dos servidores para pressionar isto vai acabar em pizza, e estava bem vazia a câmara sem a presença dos funcionários, pois achamos que quase ninguém está sabendo disto. Estou enviando email dos vereadores para que vocês possam mandar email para todos .Enviem também email para todos os colegas da PBH que conheçam.