A Comissão de Educação, Ciência,
Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo emitiu pareceres a sete
projetos de lei e deliberou sobre as datas de duas audiências públicas. O
colegiado recebeu, ainda, representantes dos auxiliares de biblioteca
da rede municipal de ensino, que solicitaram a realização de uma
audiência para discutir as condições de trabalho e a relevância
pedagógica e educacional dos serviços prestados pela categoria.
De acordo com o servidor municipal Jorge
Ferraz, que participou da reunião da Comissão, quase todas as escolas
municipais sofrem com o número reduzido de auxiliares de biblioteca, o
que impede o acesso ao seu acervo em, pelo menos, um dos três turnos de
funcionamento das instituições de ensino: manhã, tarde ou noite.
Os representantes da categoria também salientaram que a realização de
audiência pública na Câmara servirá para combater a invisibilidade a
que estão submetidos, uma vez que, segundo eles, “quando se pensa em
educação, se pensa, em primeiro lugar, no professor”. Os auxiliares de
biblioteca da rede pública de Belo Horizonte disseram, ainda, que
pleiteiam condições de trabalho similares àquelas concedidas à categoria
no município de Betim, que, de acordo com eles, é uma cidade que adota
políticas de valorização profissional.
O presidente da Comissão de Educação propôs
aos representantes dos auxiliares de biblioteca que encaminhem uma
solicitação oficial de audiência pública, constando as sugestões de
convidados e de temas a serem debatidos. A Comissão irá deliberar sobre a
realização da audiência em sua próxima reunião ordinária, no dia 13 de
novembro, às 13h30.
Nenhum comentário:
Postar um comentário