domingo, 30 de agosto de 2009

Memória recente - Ocupação da avenida Afonso Pena: Jornada de lutas RMEBH 2008




Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A primeira postagem da série é sobre a ocupação da Afonso Pena pelos trabalhadores em educação da rede BH na primeira manifestação de 2008.
Na barra lateral, já estão disponíveis três vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

PROPOSTA DA PBH PARA PAGAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO


Em reunião realizada no dia 11 de agosto, o governo assumiu o compromisso de
pagar todos os cursos concluídos e protocolados antes da nova legislação. A exceção são os cursos com investigação do Ministério Público, entre os quais estão FIJ e FERLAGOS, bem como, os cursos presenciais de instituições de outras cidades, que estão sendo analisados através de procedimentos administrativos, nos quais o/a servidor/a recebeu solicitação de comprovação de participação nas aulas.
Na reunião do dia 19 de agosto, o governo afirmou que serão liberados, atendendo a legislação antiga (cursos que atendem 3 dos 5 critérios) nos seguintes casos:
1) Os cursos dos/as servidores/as que estavam com BM “congelado” por motivos administrativos e não puderam ser protocolados, ou tiveram seus processos indeferidos.
2) Os cursos das pessoas que não puderam protocolar ou tiveram o processo indeferido por causa de atraso na avaliação de desempenho ou publicação da mesma.
Nos casos indeferidos, haverá a necessidade de abrir recurso administrativo. Nos casos em que não há resposta da PBH, é necessário solicitar resposta do pedido de progressão.
Nestes dois casos há necessidade de aguardar a publicação da regra de transição.
Em relação aos cursos iniciados antes da nova lei, o governo informou que
enviará à Câmara a sua proposta de regulamentação da regra de transição, através de um projeto de lei que prevê algumas situações distintas:
a) Os cursos que foram iniciados até 06/12/2007 e não estavam concluídos antes da mudança da lei, deverão atender 3 dos 5 critérios da lei antiga, sendo necessariamente um deles, a existência de credenciamento da instituição pela CAPES.
b) Os cursos que foram feitos através de convênios entre as instituições educacionais e a SMED.
Segundo o governo, o envio da proposta de transição depende da aceitação pela
categoria. Neste sentido, as reuniões de representantes realizadas no dia 20 de agosto encaminharam a discussão para as escolas/UMEIs e a definição da posição da categoria para a Assembleia Geral, com PARALISAÇÃO TOTAL, a ser realizada no dia 16 de setembro, às 8h.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

[Coletivo Travessia] OS NOSSOS DIREITOS E A LUTA DA REDE


O Governo Márcio Lacerda vem impondo a sua política, privatista, excludente e preconceituosa, principalmente nos setores essências como educação, saúde, transporte. Para barrar tantos desmandos precisamos nos preocupar com os nossos direitos, salários, condições de trabalho, mas também precisamos discutir a cidade e seus moradores, de forma especial as lutas em seus diversos locais e níveis.
O nosso Sindicato é nossa mais poderosa ferramenta em defesa dos nossos direitos, sem ele as nossas lutas certamente seriam mais fragmentadas e dispersas. Por outro lado se construirmos um sindicato revolucionário em suas iniciativas, certamente a educação e nossos direitos serão respeitados.
Nós do COLETIVO TRAVESSIA estamos convidando companheiras/os para realizar um reflexão neste sentido, bem como organizarmos coletivamente lutas e a construção da nossa entidade.


LOCAL – SINDREDE BH – Av. Amazonas, 491 – 10 andar
19 HORAS – DIA 26 DE AGOSTO 2009 – QUARTA-FEIRA

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Divergência e luta - a construção da greve na RMEBH


Temos muitos motivos para fazer greve. Estes são de conhecimento de toda a categoria que vive diariamente a relação direta com a prefeitura, os problemas e a ausência cotidiana de soluções.

A "gripe suína" é mais um deles, pois a SMED não está preocupada com a possibilidade da mesma se alastrar nas escolas e os postos de saúde, lotados principalmente neste período, não conseguem atender a demanda das famílias por diagnósticos.

Engana-se quem pensa que a PBH ficaria feliz pela manutenção da greve, pois a SMED só se preocupa com o cumprimento fiel dos 200 dias letivos. A PBH adotou a postura de não alarmar a população e a suspensão das aulas iria ter efeito contrário. Se for para suspender as aulas, é melhor estar de greve, pois aí quem diz quando voltar e o que queremos para voltar somos nós. Quem diz como pagar também somos nós.

Mas na última assembleia abrimos mão desta forma de luta, e por incrível que pareça, resolvemos continuar com o nosso faz-de-conta que estamos lutando e marcar mais uma paralisação total sem indicativo de greve. Mas para quem serve a desculpa de não fazer greve por causa da gripe A H1N1? Para quem nunca quis fazer greve.

E aí encontramos os mesmos motivos de sempre: não posso suportar mais um corte de pagamento, mas pode suportar o reajuste 0; não tenho dias para pagar as paralisações e não quero trabalhar nos sábados, mas vai aceitar um abono para aumentar em 10 dias os sábados de trabalho; não posso chamar uma greve "a pesar da categoria"... e aí desiste-se de lutar de verdade para subir em um caminhão na Afonso Pena gritando palavras enquanto a manifestação não tem fôlego nem para apitar e as assembleias vão diminuindo cada vez mais. Impedimos as pessoas que realmente querem lutar, expondo os problemas para a sociedade por meio da greve, imobizando-as para o enfrentamento real. E a nova desculpa: a gripe suína.

Vamos trabalhar com ela nas nossas escolas, pois a PBH não irá tomar nenhuma providência, além das que já tomou (quase nada). Assembleias rápidas, com máximo de 5 falas, não garante discussão. Garante manifestação sem propostas. Somos contra as propostas do governo, mas não apontamos alternativas, apenas outra manifestação sem sentido e sem ânimo da categoria. Mas a visibilidade para outros eleitores que não são da educação também é importante para alguns.

Qual o fato novo existente do final do semestre passado para este? Propostas concretas da PBH, desconsiderando nossa pauta de negociação e propondo ações já recusadas pela categoria. Mas o que aconteceu na última reunião de representantes? Retiramos deles este argumento que poderia levar a categoria para a greve. Como isto ocorreu?

Fizemos um levantamento do ânimo da categoria para a greve, antes de informar e avaliar com a categoria as propostas. Assim, os representantes chegaram nas escolas na quinta-feira com o desânimo, ao invés da indignação. E esta foi uma escolha da grande maioria da diretoria do sindicato: proporcionar o desânimo no lugar de outros sentimentos que nos movem e nos fazem contestar. E o mais grave, parte da diretoria se recusava a defender esta proposta, jogando para os representantes a responsabilidade de sepultar o movimento.

Basta, por exemplo, perceber que a única posição expressa no boletim da Assembleia era do Coletivo Travessia que vem defendendo a capacidade de greve da categoria a duras penas! É com tristeza que termino este desabafo, afirmando que respeito as decisões da categoria e por isto estaremos na assembleia sem sentido do dia 16 de setembro. Teremos mais um corte de pagamento como toda a categoria, e na nossa visão, por nada.

Foram 7 cortes, que se fossem em greve teríamos mais de uma semana de luta. Outras categorias conseguiram reajuste, mas nós, nestas paradas teatrais de péssima qualidade, ficamos com reajuste 0 e mentiras na mídia para engolir.

Cristiane e Thaís

" A árvore quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira."Provérbio árabe - e os antigos companheiros nas GEREDS e SMED fazem bem o papel de cabo de machado, e até mesmo algumas pessoas na categoria e diretoria do sindicato!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

CURSO ARTE-EDUCAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - (10) CONSTRUINDO CAMINHOS


No dia 20 de agosto iniciaremos nosso curso de Arte-Educação na Educação Infantil. O curso tem o objetivo de discutir a arte-educação na educação infantil, refletindo sobre a nossa prática enquanto professores/as da educação infantil. Por envolver momentos de oficinas, não podemos ultrapassar 40 inscrições, portanto pode ser necessário fazermos sorteio das vagas.

O curso acontecerá nos dias 20 de agosto; 03 e 17 de setembro; 01 e 22 de outubro; 05 de novembro; de 18h30 às 21h. As inscrições podem ser feitas até dia 14 de agosto no sindicato por telefone (3226.3142) ou fax (3212.9044), ou pelo e-mail educacaoinfantilpbh@gmail.com.

imagem: - A Macieira -
Intervenção em árvore na Praça da Estação
Agosto 2009
Cristina Borges e Thaís Tavares

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

[RMEBH] UMA AVALIAÇÃO DA NOSSA CAMPANHA SALARIAL NO PRIMEIRO SEMESTRE


Entramos o ano de 2009 com várias demandas, entre elas destacamos:

a) a situação de diversos professores e professas sem escolas devido à política da SMED de descartar profissionais com formação específica em confronto aberto aos direitos trabalhistas e educacionais;

b) a manutenção da postura autoritária da SMED em desconsiderar a situação concreta das escolas e construir medidas negociadas de superação dos problemas cotidianos que enfrentamos para implementar uma mudança na dita escola plural;

c) a ação dos interventores e interventoras, chamados de acompanhantes, que na maioria das vezes não chegam nem perto dos/as estudantes das escolas;

d) a política de perseguição aos/às Auxiliares contratados pela Caixa Escolar por causa da sua capacidade de luta e organização;

e) o corte do vale-alimentação das educadoras infantis;

f) a monótona repetição do governo em fazer tudo isso por causa da crise econômica.

Para responder a esses ataques, a categoria lotou as assembleias e manifestações. Construiu um calendário de lutas com atividades conjuntas com o funcionalismo municipal, para demonstrar a insatisfação e exigir negociações efetivas que garantam conquistas para a categoria.

Diante da ausência de respostas por parte do governo, na última assembléia foi definido que chegou o momento de radicalizar o movimento. Foi marcado o início da greve para o dia 14 de agosto. E nesse dia, junto com o funcionalismo público municipal, outros sindicatos da educação e com o movimento social, faremos uma nova manifestação na PBH.

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES

14 de agosto – Assembléia da Categoria 13h30 – Praça da Estação e manifestação conjunta com sindicatos e movimento social

22 de agosto – Reunião de Auxiliares de Escola da Caixa Escolar

Agosto a Novembro – Curso Arte-Educação na Educação Infantil: (10) construindo caminhos

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

[RMEBH] LEI DE INICIATIVA POPULAR PELA ISONOMIA SALARIAL: GARANTIR A COLETA DE ASSINATURAS NO SEGUNDO SEMESTRE


Uma decisão importante da categoria foi de elaborar uma lei de iniciativa popular pela isonomia salarial. Esta decisão exige o desafio de coletarmos 90 mil assinaturas de eleitores e eleitoras de BH. Pode parecer difícil mas não é impossível para uma categoria profissional que atende a mais de 180 mil crianças e tem mais de 10 mil profissionais. Ou seja, se cada pai, mãe, avô, avó, tia, tio, estudantes acima de 16 anos, parentes, amigos/as e vizinhos/as entrarem nesta luta conseguiremos as assinaturas até o final de 2009.
Esta tarefa exige o compromisso de cada companheiro e companheira. Por isso, pegue uma folha de coleta de assinaturas e garanta a sua contribuição pela melhoria do nosso plano de carreira.

domingo, 9 de agosto de 2009

PORQUE VAMOS COMEÇAR A GREVE NO DIA 14 AGOSTO!!!!


O Prefeito de Belo Horizonte ganhou a eleição municipal, mas não contou com a maioria dos votos de BH. Diante deste frágil quadro de popularidade, o Sr. Lacerda apostou na proposta de enrolar o funcionalismo municipal durante o primeiro semestre. Para isso usou a velha desculpa de que o governo é novo, os/as secretários/as desconhecem as demandas das categorias, além de repetir, cansativamente, que vão estudar todas as propostas, apontando prazos que não foram cumpridos e reuniões que nada resolveram.

A reunião do dia 10 de julho não foi diferente. Não apresentaram nenhum resposta às nossas questões. Ouvimos a mesma cantilena “estamos encaminhando” ou “estamos estudando”. Até mesmo as promessas de campanha não são cumpridas, como é o caso da isonomia salarial da educação infantil.

Outra desculpa utilizada pelo governo é que a crise reduziu a arrecadação da PBH, o que exige um estudo mais demorado dos impactos financeiros de toda e qualquer proposta. O estudo que solicitamos ao Instituto Latinoamericano de Estudos Sociais e Econômicos (ILAESE) comprovou que a PBH não teve queda na arrecadação, inclusive houve superávit no primeiro trimestre de 2009.

Entretanto, ações arbitrárias não precisam de estudos econômicos, e o encaminhamento por parte da PBH é instantâneo, como é o caso do corte de hora-extra dos Auxiliares do Caixa Escolar, as horas-extras dos Auxiliares de Serviço que há mais de vinte anos trabalham como porteiros, entre outras.

Por seu turno, os trabalhadores e trabalhadoras em educação uniram-se ao conjunto do funcionalismo e também a diversos movimentos sociais, sobretudo, o de luta por moradia, Ocupação Camilo Torres e Ocupação Dandara, para juntos darem um basta a esta política que obriga a classe trabalhadora a pagar pelo crise, enquanto os patrões recebem milhões dos governos para manterem os seus lucros.

É neste sentido que a categoria definiu pelo início da greve no dia 14 de agosto, pois não podemos mais deixar que a PBH implemente uma política educacional que desconsidera quem trabalha dentro das escolas.


SindREDE/BH

sábado, 8 de agosto de 2009

Escola em Minas não tem verba para comprar álcool e vai receber 1600 alunos


Nem álcool gel, nem toalhas descartáveis ou kits informativos. Sem dinheiro para comprar os produtos de limpeza necessários para cumprir as exigências sanitárias determinadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) contra a gripe suína, a Escola Municipal Mestre Ataíde, no Bairro Betânia, Região Oeste da capital receberá, na próxima segunda-feira, 1.600 alunos e 150 funcionários sem qualquer providência prática para evitar a doença. O diretor da instituição, Antônio Carlos de Carvalho Filho, está preocupado com a situação, principalmente porque sabe que pode ser responsabilizado em caso de problemas com a saúde dos estudantes e trabalhadores.
“Não temos como limpar as carteiras com álcool depois de cada aula, como determinou a SES. Como não recebemos verbas da Secretaria Municipal de Educação (Smed), não terei condições sequer de providenciar a limpeza das mãos dos alunos e funcionários”, disse o diretor. A verba, que foi anunciada ontem pela SES, entre R$ 500 e R$ 2 mil, e seria distribuída na capital pela Smed, ainda não chegou à escola. “Não recebi nada ainda. Nem panfletos. Disseram que era para a gente mesmo comprar o álcool, que viria verba para isso. Não estamos conseguindo comprar o álcool com nossos recursos. O produto sumiu das prateleiras. Era hora de o prefeito Marcio Lacerda (PSB) decretar situação de emergência e comprar isso para a gente, sem licitação”, disse.
A Smed alega que todas as escolas recebem verba da Caixa Escolar, que serve para pequenas compras e manutenções, e que a Escola Mestre Ataíde recebeu, em junho, R$ 38 mil. No entanto, não informou se a verba prometida pelo Estado foi entregue e repassada às escolas da rede municipal. Já SES reiterou que os recursos serão entregues, gradativamente, até a próxima quinta-feira.O diretor Antônio Carlos diz ainda que alguns funcionários e professores já foram dispensados de comparecer à escola na próxima semana, porque estariam gripados. “Esperamos que as famílias não enviem estudantes com sintomas da doença”, disse.
Nenhuma das escolas procuradas pelo HOJE EM DIA havia recebido, até ontem, verba ou kit de prevenção. No Colégio Estadual Central, onde estudam 3.500 alunos e há 186 funcionários, aplicadores de sabão líquido e de álcool gel estavam sendo instalados às pressas nos corredores, banheiros e espaços de circulação dos estudantes. No Colégio Marista Dom Silvério, única escola que já registrou surto da doença, a disposição de janelas em duas salas foi alterada para favorecer a ventilação. A direção pedirá às famílias que providenciem garrafinhas de água para que os jovens não precisem usar bebedouros. Nas orações não serão dadas as mãos nem haverá abraços.
Fonte:
http://www.hojeemdia.com.br/v2/index.php?sessao=10&ver=1&noticia=9897

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sindicalista histórico e ex-preso político, militante da Intersindical/MG, José Francisco Neres (Pinheiro), debate a anistia e a luta sindical



O Diretório Acadêmico Prof. Aluísio Pimenta (FaE/UEMG) em parceria com o Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania e com o corpo docente da FaE/UEMG convida todos para o evento a ser realizado nos dias 12 e 13 de agosto: "30 ANOS DE LUTA PELA ANISTIA POLÍTICA NO BRASIL". O camarada José Francisco Neres fará uma palestra sobre “O Movimento Sindical e a Anístia”.
Confira a programação no Blog do DA: http://www.inovacaonodauemg.blogspot.com/

ou no link direto:


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ivan Pinheiro no SindREDE/BH dia 12 de agosto



Ver mais em: http://expressovermelho.blogspot.com/

Ivan Martins Pinheiro iniciou sua atividade política ainda na adolescência no Colégio Pedro II, onde estudou entre 1957 e 1963, foi diretor do Grêmio Estudantil e sofreu sua primeira prisão devido ao ativismo político.
Em
1964, ano do golpe militar, ingressou na ainda Universidade do Estado da Guanabara UEG (atual Uerj) para cursar Direito. Nessa época aproximou-se do Movimento Revolucionário Oito de Outubro MR-8. Durante o curso foi diretor do Centro Acadêmico Luiz Carpenter (CALC). Dada a sua trajetória como diretor da entidade, atualmente a sede do Centro Acadêmico chama-se "Sala Ivan Martins Pinheiro".
Ivan Pinheiro manteve-se no MR-8 até meados da
década de 1970. Após o fracasso da luta armada no combate ao regime militar, Ivan passou a considerar importante a participação popular no processo eleitoral. Após desligar-se do MR-8, fez contato com o Partido Comunista Brasileiro na clandestinidade, no qual ingressou e jamais se afastou.
A partir de
1976, passou a atuar no seu local de trabalho: o Banco do Brasil. Com a convocação das eleições do Sindicato dos Bancários, em 1978, pelos interventores do Ministério do Trabalho, candidatou-se à presidência do sindicato. O pleito durou um ano e dez meses, em função de manobras legalistas do Ministério do Trabalho. A vitória final, através de uma votação esmagadora, consagrou Ivan Pinheiro como um dos principais líderes sindicais do país.
Sua trajetória como expoente dirigente do PCB teve início em
1982, quando foi realizado o VI Congresso Nacional do PCB. Neste evento, Ivan e os demais participantes, foram presos após invasão da Polícia Federal. Com esta prisão foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional. No congresso, que ocorreu na clandestinidade, foi o mais jovem integrante do Comitê Central e da No início da década de 1990, com o desmantelamento do socialismo no Leste Europeu, uma grave crise emergiu no Partidão resultando numa grande cisão em janeiro de 1992, quando foi criado o PPS Partido Popular Socialista. Ivan Pinheiro assumiu, juntamente com Horácio Macedo e Zuleide Faria de Melo, a liderança do grupo que manteve-se fiel aos ideais estabelecidos na fundação do PCB, em 1922.
No XIII Congresso do PCB, realizado em 2005, em Belo Horizonte, após integrar por 23 anos seguidos o Comitê Central, Ivan Pinheiro foi eleito Secretário Geral do partido. Este congresso marcou a ruptura do PCB com o governo Lula, o fim das conversações sobre a reunificação com o PCdoB, e apontou um novo rumo para a estratégia partidária.
Em 2009 o PCB realiza seu XIV congresso nacional, e Ivan Pinheiro tem visitado as bases do Partido pelo Brasil promovendo o lançamento das teses congressuais.
ROEDEL, Hiran. Atitude subversiva: biografia de Ivan Pinheiro. Rio de Janeiro: Fundação Dinarco Reis, 2000.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Golpistas hondurenhos assassinam professor


O professor hondurenho que foi ferido à bala na cabeça na quinta-feira, quando militares e policiais, sob ordens dos golpistas, avançaram contra um protesto em favor do legítimo presidente, Manuel Zelaya, morreu este sábado após permanecer em coma durante três dias, segundo informou a família e o sindicato de docentes. Esta é a quarta vítima desde o golpe de Estado em 28 de junho passado. às 00h30 hora local (06h30 GMT) do sábado, Roger Abraham Vallejo "deixou de respirar", segundo confirmou o dirigente do sindicato os professores, Sergio Rivera.

A enviada especial da teleSUR a Tegucigalpa Madeline García detalhou por telefone que os preparativos para o funeral o enterro do professor já estão adiantados, e que se prevê sepultá-lo este mesmo sábado.

O cidadão hondurenho, vítima da repressão militar que impera na nação, entrou em coma na quinta-feira após ser operado depois dos incidentes em uma rodovia de acesso à capital hondurenha.

A morte de Vallejo representa a quarta desde o golpe de Estado do dia 28 de junho passado, como conseqüência das persistentes agressões das forças de segurança contra o povo.

Vallejo, de 38 anos de idade, deixa esposa e um filho de 10 meses, segundo Rivera, que assegurou que o sentimento entre seus companheiros do sindicato de professores é de "indignação, muita indignação".

O cidadão hondurenho foi atingido por uma bala disparada pela Polícia, quando, mediante o uso da força, militares e agentes policiais dispersavam um bloqueio na rodovia da saída norte da capital, que se mantinha em protesto contra o governo de fato, presidido por Roberto Michelleti.

Nestes fatos houve seis feridos e 88 detidos, segundo a polícia, enquanto que a Frente de Resistência Contra o Golpe afirma a existência de 72 feridos e mais de uma centena de presos.

O setor de professores hondurenhos, uma das associações mais fortes do país, constitui, junto com os camponeses, um dos pilares do movimento que exige o retorno da institucionalidade democrática no país centro-americano.

Neste sábado, o povo continuará em sua luta pelo retorno de Zelaya. Para este dia, artistas de Honduras unirão esforços para acompanhar a prolongada resistência popular contra o golpe de Estado, que completa sua trigésima quinta jornada consecutiva.

O coordenador geral da Frente Nacional contra o golpe de Estado, Juan Barahona, anunciou na quarta-feira um ato político-cultural como a atividade em defesa da restituição da ordem constitucional neste sábado.

Tradução: Rosalvo Maciel

Original em teleSUR

sábado, 1 de agosto de 2009

Adiado reinício das aulas em Minas


A Secretaria Municipal de Educação de BH, Smed, anunciou hoje que as aulas nas escolas municipais serão retomadas apenas no dia 10 de agosto, segunda-feira. De acordo com o comunicado, a medida é preventiva, visando evitar a disseminação do vírus H1N1.

O vírus é o causador da gripe conhecida como Influenza A (ou Gripe Suína) e a medida foi tomada em conjunto entre o Comitê de Enfrentamendo à Influenza A, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais, Sinep/MG, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, SEE e a Smed.

Os sindicatos de trabalhadores em educação: SindRede/BH (municipal/BH), Sind-UTE/MG (estadual) e Sinpro Minas (particulares) não foram consultados.

Em nota no seu site, o sindicato dos professores particulares levanta a questão do adiamento sem prejuízo nos vencimentos d@s professor@s e afirma acreditar "que a medida é ineficaz e a prorrogação das aulas em uma semana não será suficiente para dissipar o problema". SindRede/BH e Sind-UTE/MG ainda não se manifestaram.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Professor Pablo da Intersindical/MG lançará livro sobre as ferrovias mineiras no dia 14 de agosto


Tenho o prazer de convidar você para o lançamento de meu livro, Ferrovia, sociedade e cultura (1850-1930), dia 14 de agosto, a partir das 19h, na livraria Travessa (Savassi).

Um grande abraço!
Pablo Lima
Professor de história da UFMG
e militante da corrente sindical
Unidade Classista/Intersindical

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Show com Pedro Muñoz em Sabará/MG, quinta-feira, 30 de julho - IMPERDÍVEL!!


Companheiros e amigos,

o cantor e compositor Pedro Muñoz se apresentará

em Sabará/MG, dia 30 de julho, quinta, as 20h no barroco 2 (Praça Santa Rita, s/n - Centro).

Vale a pena conferir a passagem inédita deste grande violeiro popular por terras

sabarenses.

Não será cobrada entrada, mas pedimos a todos que prestigiem o evento

e a obra de Pedro, que estará vendendo seus CDs no evento.


NÃO PERCAM! ÚNICA APRESENTAÇÃO!

telefone para contatos: (31) 36711761


abraços a todos


Daniel Oliveira

CAL/MG




O cantar de um trovador – Pedro Munhoz


Já se vão três décadas desde as primeiras lições de violão. De lá para cá muita coisa mudou para o menino nascido em Barra do Ribeiro-RS, às margens do rio Guaíba, que um dia deixou tudo e partiu. Ganhou o mundo e as canções.


Começou a compor ainda na escola, em 1977. Depois vieram os festivais estudantis, os conjuntos de baile, os bares e as andanças. Muitas andanças. Queria falar da vida, das pessoas, do mundo e seus dramas. Nos primeiros anos vivendo em Porto Alegre, dividia-se entre trabalhar para sobreviver e buscar espaço para mostrar suas canções. Mas a cidade não tinha olhos para aquele menino do Interior. Era pedir demais num período de muitos estilos, influências e apelo comercial. Nada diferente de hoje.


Aos poucos foi construindo seu caminho, sem perder o estimulo e a coerência. Na bagagem influências que passam pela musica regional, cigana, ao gosto erudito, sobretudo por Bach e Vivaldi. Das milongas, chacareras e zambas do mestre Atauhalpa Yupanqui, às cantigas catingueiras e medievas de Elomar. De Noel Guarani a Vital Farias. Pedro Munhoz é um menestrel, um bardo, um trovador, resistindo, contrapondo- se a um tempo de desvalores, onde a vida vale pouco ou quase nada.


Possui quatro trabalhos discográficos independentes (ver: www.pedromunhoz. mus.br), tendo recentemente gravado o 5º CD, intitulado, C´aminhador. Percorre o país realizando recitais em escolas, universidades, sindicatos, salas de concerto, teatros e onde quer que estejam pessoas para ouvir o seu canto e suas histórias de eterno caminhante. Defensor inconteste da reforma agrária, da ecologia e direitos humanos, mantém contato permanente com os movimentos sociais. Atuou em 2003 e 2005 nas edições respectivas do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre e inúmeros eventos em mais de vinte anos de carreira. Com um perfil artístico engajado já se apresentou em países como Uruguai, Canadá, Cuba, França, Chile, Itália, México Guatemala, Portugal, Espanha, Venezuela, entre outros. Ja dividiu o palco com artistas como: Belchior, Xangai, Vicente Feliú (Cuba), Silvio Rodriguez (Cuba), Fabio Paes, Numa Moraes (Uruguai), Daniel Viglietti (Uruguai), Victor Batista, Chico César, Pereira da Viola, entre outros.

Charles Anderson

assessoria

fone: 053 - 9111 - 9422

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Blog Diário da Classe completa um ano de lutas e vitórias!


Foi em Julho do ano passado que postamos o primeiro texto no recém criado Diário da Classe, apresentando a Intersindical aos trabalhadores em educação mineiros e nos colocando na trincheira (não caberia outra palavra...) da resistência à política neoliberal do desgoverno Aécio.
De lá pra cá, foram muitas, realmente muitas batalhas travadas. Participamos ativamente da greve estadual no segundo semestre de 2008, e estivemos presentes em todas as jornadas da rede municipal na capital mineira.
Depois de um ano, podemos dizer que estes dois polos são hoje uma realidade dentro da nossa opção de organização, a corrente sindical Unidade Classista/Intersindical-MG.
Internacionalmente, nos solidarizamos com dois povos golpeados pela oligarquia reacionária, o boliviano, ainda em 2008, e mais recentemente o povo hondurenho.
Mas como disse o poeta, um ano não é nada, e muito temos que fazer. Participaremos este mês, em Poços de Caldas, do congresso do SindUTE, com a tese da oposição unificada Muda SindUTE, e em 14 de agosto estaremos presentes na greve da rede BH.
Ainda em Agosto a Intersindical, agora ampliada com a participação ativa dos companheiros da Consulta Popular, somará força aos demais movimentos para construir uma semana de lutas vitoriosas, do dia 10 à 14.
Em um ano, nossa organização cresceu e se ampliou. Iniciamos agora a organização e inserção de nossos militantes na luta dos trabalhadores em educação da rede particular, da PUC/MG e da UFMG.
Que venham outros anos e outras lutas, mas sem perdemos nosso norte, a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, a sociedade socialista, onde a educação não seja uma mercadoria, mas uma chave a mais para a libertação dos homens e mulheres deste mundo. Parabéns a todos que trilham estes passos. E um agradecimento especial do nosso coletivo a todos aqueles que jamais se afastaram da construção de um novo horizonte: os imprescindíveis!

sábado, 18 de julho de 2009

Saudações aos delegados(as) ao VIII º Congresso Estadual do SindUTE/MG




A Grave Crise Econômica que se abateu sobre o mundo nos últimos meses, deve ser entendida como uma crise de super acumulação capitalista, motivada entre outros fatores, pela grande concentração de riquezas nas mãos de grandes especuladores internacionais e pelo aumento vertiginoso da exploração sobre toda a força de trabalho mundial, que proporcionou recursos para alimentar a especulação capitalista.

Os efeitos dessa crise foram sentidos no Brasil de forma mais rápida e mais grave do que anunciado pelo Governo e os órgãos da imprensa.
Houve uma forte retração econômica, principalmente quanto à produção industrial, com destaque para os Estados de São Paulo e Minas onde os maiores cortes foram nos setores da mineração e metalurgia. Os índices econômicos apontam queda na produção em todos os setores produtivos, confirmados com a divulgação de queda no PIB de 3,6% no 1º trimestre. Tal quadro confirma a relação de dependência da economia brasileira e o nível de recessão que se aprofunda o que irá piorar a qualidade de vida do trabalhador e a consecutiva precarização da força de trabalho.

A dinâmica da crise econômica e as opções tomadas pelo governo evidenciam, ainda mais o seu alinhamento à lógica do grande capital. Sob o discurso do pacto social e do crescimento sustentável, articula-se a velha lógica de subordinar as reais demandas e necessidades urgentes da maioria da população brasileira ao crescimento da economia capitalista, entendida como a possibilidade de manter os níveis de lucratividade dos setores monopolistas. Daí todas as concessões à indústria automobilística, ao agronegócio, aos exportadores e aos grandes bancos, ao mesmo tempo em que o desemprego, a contenção dos salários, a flexibilização de direitos e os cortes às políticas sociais, são apontados como sacrifícios necessários para que o país encontre a saída para a crise.
O que vemos são os ricos cada vez mais ricos, que passaram do controle de 53% para 74,5% da riqueza nacional, entre 1990 e 2008, graças a lucros estrondosos como os das 500 maiores empresas que atuam no Brasil e que tiveram seus lucros entre 2003 e 2007 subindo de 2,3 bilhões para 43 bilhões, enquanto os assalariados vêm seus rendimentos diminuírem e os mais pobres recebem migalhas, obrigados a viver com 2 dólares por dia.
A desproporção do pacto social estabelecido no Governo Lula e que conta com o apoio de várias correntes sindicais, fica visível quando comparamos a ação de seus dois braços, o que acena aos trabalhadores e o que afaga os patrões. Em 2008, o governo destinou R$10,8 bilhões aos mais pobres em programas sociais como o bolsa família, dedicou R$ 162,3 bilhões ao pagamento de juros da dívida aos banqueiros. Entre 2000 e 2007 foram pagos a soma de R$ 1,267 trilhões para a dívida, áreas como saúde, educação e investimentos receberam no mesmo período cerca de R$ 554, 6 bilhões, menos da metade do destinado as banqueiros.
A priorização do agronegócio, carro chefe da produção dos superávits orçamentários agravou a exploração e expropriação no campo, inviabilizou a Reforma Agrária e condena os assentamentos à inanição de recursos abandonando a necessidade de uma nova política agrária. A ajuda sempre rápida aos monopólios industriais para manter suas taxas de lucratividade, com subsídios, redução de impostos e financiamentos a custo baixo, sem qualquer contrapartida social, contrasta com as perdas salariais, os cortes de emprego e a ofensiva por redução de jornadas com redução de salários aceitas pelas centrais sindicais cooptadas pelo pacto social.
Em Minas o cenário não é diferente. Ao contrário, podemos afirmar que os efeitos da crise intensificaram os ataques do Governo Aécio sobre o funcionalismo.
Blindado pelos meios de comunicação e com fraca oposição sindical e política, Aécio conseguiu reduzir direitos e precarizar mais ainda a situação do funcionalismo público. Além das políticas de choque de gestão que reduziram drasticamente investimentos em áreas sociais, somado ao achatamento salarial e desrespeito a direitos, os trabalhadores em educação se viram aprisionados à aprovação de um plano de carreira que não possibilita de fato uma progressão qualitativa aos educadores, além de substituir a política de reajuste salarial por abonos e gratificações por produtividade resultando num cenário de perdas salariais ao mesmo tempo em que subordina mais ainda a educação às metas eleitoreiras do Governo.
Há quatro anos não se faz concursos no Estado, sendo que a opção do Governo tem sido a manutenção dos contratos temporários que precarizam a educação e significam contenção de gastos para o Governo. Apesar das maquiagens feitas em diversas escolas do Estado o fundamental não foi resolvido, ou seja, não se investiu na formação dos educadores, em seus salários e tão pouco na melhoria das condições de trabalho.
O Sindute, por sua vez, amarga uma grave crise de identidade. Esse sindicato que é o maior em representatividade do funcionalismo público estadual e que no passado distante obteve grandes conquistas para o conjunto dos trabalhadores, armando ideologicamente a classe, informando e formando opinião no dia a dia dos educadores, hoje está distante da realidade dos trabalhadores em educação não se importando mais com a construção política da consciência e da resistência dos educadores.
Através da sua direção política, ligada a Articulação Sindical, o Sindute vem perdendo referência em diversos municípios do Estado sendo que o maior patrimônio que podia-se ter, ou seja , a credibilidade e a referência de entidade de classe junto aos trabalhadores(as) em educação, tem sido paulatinamente dilapidado por ações equivocadas ou pela falta de engajamento com a
A INTERSINDICAL participa ativamente do MOVIMENTO MUDA SINDUTE - OPOSIÇÃO, pois entendemos que é fundamental a unidade de ação de todos(as) aqueles(as) que acreditam na possibilidade da construção de um sindicalismo classista, democrático, independente de governos e patrões e que garanta de fato conquistas para os trabalhadores(as). Acreditamos que ainda é possível resgatar o Sindute para esse projeto, necessário para enfrentar não apenas os efeitos da Crise Econômica, mas também os ataques que cada vez mais vem se intensificando sobre nós.
Por isso convidamos a todos(as) aqueles(as) que possuem identificação com essa proposta, que não estão satisfeitos com a trajetória de derrotas e a falta de perspectivas que a Direção do Sindute - Articulação Sindical, impuseram à nossa categoria, a unir forças contra a paralisia sindical e contra o desmonte da educação pública. Participe das PLENÁRIAS DO MOVIMENTO MUDA- SINDUTE e venha conhecer o movimento INTERSINDICAL uma nova alternativa de LUTA E ORGANIZAÇÃO PARA A CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA.
*PELA DEMOCRATIZAÇÃO DO NOSSO SINDICATO: PROPORCIONALIDADE JÁ!
* CHEGA DE ENROLAÇÃO, REAJUSTE SALARIAL E CONCURSO PÚBLICO JÁ!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Atividades do SindREDE/BH - Calendário de mobilização


Dia 06 a 10 de JULHO

Reunião com Pais e responsáveis: Esclarecimentos sobre a situação econômica da educação em BH, projeto de Ação popular (tirar comissão) e discussão sobre a situação dos profissionais de disciplinas especializadas e o final do 2º ciclo.

Dia 07/07 (terça-feira)15 h - Reunião Auxiliares de Biblioteca no Sind-Rede/BH

Dia 09/07 (quinta-feira)14 h - Lançamento do Projeto de Ação Popular na Praça 7

Dia 10/07 (sexta-feira)8h e 30min. - Reunião dos professores de disciplinas especializadas no Sind-Rede/BH


Em AGOSTO 2009
Seminário conjunto com representantes de Escola/Umei e Delegados Sindicais do Sindibel
06/08 (quinta-feira)
08h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI
14h - Reunião de Representantesde Escola/UMEI
18h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI

Dia 14/08 (sexta-feira)
Início da GREVE