segunda-feira, 19 de abril de 2010

Privatização ronda o IPSEMG...

Durante anos o IPSEMG, que é o maior patrimônio constituído pelos servidores públicos estaduais, tem sido sucateado e vitimado pela falta de recursos. Diariamente atendia cerca de 4.000 marcações telefônicas, e recebia pacientes das mais diversas regiões do Estado.
Essa crise vem se arrastando há anos e intensificou nos últimos meses. Porém, como a imprensa mineira teve ao longo de todo o período do Governo Aécio uma postura pusilânime e serviçal, pouco se noticiou sobre a gravidade dessa situação.

No último dia 19 de março, a Diretoria do IPSEMG ordenou a redução de leitos de 290 para 141, além do cancelamento das cirurgias eletivas.

A gastança faraônica desenfreada e irresponsável do Governo Aécio afetou o funcionamento do hospital que tem suas contas e gestão administrativa restringidas ao conhecimento público. Há dois anos o governo tentou vender sem autorização do funcionalismo, parte do patrimônio do Instituto, situado no quarteirão da praça Sete entre rua Carijós e avenida Amazonas, numa transação que iria lesar mais uma vez o patrimônio público.

Os sindicatos dos médicos e servidores do IPSEMG acreditam na possibilidade do Governo preparar uma investida contra o Instituto repassando sua administração para a iniciativa privada, como já foi aventado outras vezes.
Chamamos a atenção para a gravidade dos fatos e defendemos que em nossa pauta de reivindicações esteja incluída a abertura das contas e gestão do Instituto ao conjunto das entidades do funcionalismo de Minas Gerais e a imediata reabertura das vagas fechadas.

Dados

1 milhão de pessoas assistidas
450 mil servidores
37 mil pensionistas
4 mil marcações eram feitas até janeiro/ 2010


CORRENTE SINDICAL UNIDADE CLASSISTA/INTERSINDICAL

domingo, 18 de abril de 2010

EM CLIMA DE FESTA, AÉCIO SE DESPEDE COM O ENROLATION E SÃO OS SERVIDORES QUE DANÇAM!

No último dia 31 de Março, o Governo do Estado encaminhou projeto de lei que versa sobre reajuste salarial para o conjunto do funcionalismo público. Interessante é que mais uma vez a educação teve um reajuste menor que outros os setores da máquina do Estado, demonstrando o desmerecimento com aqueles que educam as crianças e jovens desse Estado.

O reajuste anunciado na Lei nº 18.802, de 31 de março de 2010, aprovada pela Assembléia Legislativa de MG, não corresponde às perdas acumuladas ao longo desses últimos cinco anos, desde a instauração da VTI (Vantagem Temporária Incorporável) na época, repudiada pela categoria, pois mantinha o piso salarial congelado e consecutivamente todas as vantagens adquiridas com anos de luta em nosso trabalho.
O governo irá aplicar os 10% sobre o piso atual da categoria do magistério, que é de pouco mais de R$ 550,00 e que não pode ser confundido com a remuneração total, e incluir na totalidade do rendimento até atingir o valor bruto de R$935,00.
Porém, com os descontos previdenciários e outros, esse valor ficará menor que o anunciado e mais uma vez, abaixo do piso nacional para a educação já aprovado no Congresso Nacional.
As perdas salariais da categoria ao longo desses últimos cinco anos

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Noticias da Greve dos Educadores de Minas

No dia 15 de Abril, mais de 7000 trabalhadores (as) em educação reunidos em assembléia geral na Praça da Assembléia Legislativa, decidiram manter a greve que se iniciou no último dia 08 de Abril. O Governo do Estado recebeu representantes do SINDUTE-MG e anunciou que um dos pontos da pauta de reivindicações estaria sendo atendido com o lançamento de edital para convocação de concurso público para todos os cargos e níveis do magistério no mês de junho. Porém as outras questões o governo disse que não teria condições de atender nesse momento, propondo criar uma comissão de estudos orçamentários, com a participação de membros do sindicato para estudarem uma proposta de reajuste para o futuro.

Essa proposta do Governo foi rejeitada por unanimidade pela categoria, pois esse tipo de enrolação já havia sido apresentada em outras épocas e sabemos que não há nenhum compromisso do governo em levar a sério tal propósito, ainda mais em se tratando de um governo em fim de gestão. Além disso, o que os trabalhadores(as) em educação reivindicam é um reajuste real, com o cumprimento do piso salarial nacional, que em Minas Gerais o Governo insiste em mentir, quando diz que já cumpre a lei.

Recebemos um dos menores salários do país, nosso piso atual não ultrapassa os R$ 400,00, menos que um salário mínimo e a proposta do governo de reajuste de 10%, será submetida ao atual piso pago, restringindo-se ao teto máximo de R$935,00. Isso significa que quem possui alguma vantagem adquirida, como biênios e qüinqüênios, o valor incorporado ao rendimento total será menor que os 10% anunciado, pois o valor final não pode ultrapassar o montante de R$935,00.

Em uma assembléia que não se via há mais de 8 anos, mais de 6000 trabalhadores(as) por UNANIMIDADE mantiveram a Greve, que ganhou força nessa última semana em diversas cidades do interior. Após a votação, os educadores saíram em caminhada de mais de três km pelas ruas do centro de BH, terminando em ato público no coração do centro da capital mineira.

A próxima assembléia acontecerá no dia 21 de Abril, na cidade histórica de São João Del Rey, quando o atual governador, Antônio Augusto Anastasia, receberá homenagem pelo centenário de nascimento de Tancredo Neves.

A INTERSINDICAL esteve presente com faixas e militantes que panfletaram a assembléia, manifestando nosso apoio militante à luta por melhores condições de trabalho aos educadores mineiros.

Viva a luta digna dos educadores de Minas!

Trabalhador na rua, Aécio a culpa é sua!

Da redação do jornal de OPOSIÇÃO: Diário da Classe.

UNIDADE CLASSISTA/ INTERSINDICAL-MG.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Release da Assembléia dos Trabalhadores (as) em Educação de Minas Gerais.

No último dia 08 de Abril, trabalhadores (as) em educação do Estado de Minas reunidos no pátio da Assembléia Legislativa decidiram entrar em GREVE por tempo indeterminado. Há mais de cinco anos a categoria está com seus vencimentos congelados e em condições péssimas de trabalho devido ao sucateamento que a educação pública vem sofrendo nos governos de Aécio Neves/PSDB.


Além de rejeitarem a proposta de reajuste anunciada no último dia 31 de Março, que não recompõem as perdas desses últimos anos, os trabalhadores(as) em educação também reclamaram da ausência de concursos públicos para todos os níveis da educação, o que aumenta mais ainda a precarização do ensino com a perpetuação de contratos por designação.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Calendário de GREVE da Rede Municipal de BH

07 de Abril
Quarta-feira - 9h Local: Prefeitura de BH
Greve Geral do Funcionalismo Municipal de BH

Quarta-feira - 13:30 Local: Câmara Municipal
Audiência Pública sobre o Ensino Noturno

08 de Abril
Quinta-feira - 09h Local: Hemominas
Campanha Doação de Sangue

09 de Abril
Sexta-feira - 14h Local: Marconi
Assembleia Geral

Professores da rede particular mineira paralisam as atividades por tempo indeterminado

Em assembleia nesta segunda-feira (5/4), no auditório da Faculdade de Medicina da UFMG, cerca de 1,5 mil professores da rede privada de ensino de Belo Horizonte e região decidiram, por unanimidade, paralisar as atividades por tempo indeterminado, nos três turnos, e manter a mobilização e a organização do movimento.

Também por unanimidade, a categoria voltou a recusar a contraproposta patronal. Nova assembleia foi agendada para amanhã (terça-feira), às 16 horas, no mesmo auditório da Faculdade de Medicina, quando a categoria discutirá os rumos do movimento.

Os professores também farão amanhã uma manifestação, na porta do Sinep/MG (Rua Araguari, 644 - Barro Preto – BH), às 9h30, horário em que os donos de escolas se reúnem para discutir as reivindicações da categoria.

terça-feira, 30 de março de 2010

Greve de Professores da Rede Particular de Minas

Em assembleia com paralisação das atividades, realizada na última sexta-feira (26/3), na Associação Médica de Minas Gerais, cerca de mil professores da rede privada de ensino de Belo Horizonte e região decidiram, por unanimidade, recusar a contraproposta patronal – que retira direitos históricos – e decretaram estado de greve, com a manutenção da mobilização e a organização do movimento.


Também por unanimidade, decidiram paralisar as atividades a partir da próxima segunda-feira (5/4) – nos três turnos –, quando será realizada nova assembleia, às 8 horas, no auditório da Faculdade de Medicina da UFMG (av. Alfredo Balena, 190 - Centro - BH).

No mesmo dia, às 17 horas, a categoria fará manifestação na porta do sindicato patronal – Sinep/MG (Rua Araguari, 644 - Barro Preto - BH). A decisão dessa sexta é válida para os professores que lecionam em municípios da área de abrangência do Sinep/MG, entre eles Belo Horizonte e região metropolitana (Confira a lista das cidades).

segunda-feira, 29 de março de 2010

[RMEBH] Educação na rua, Lacerda a culpa é sua!


Cerca de três mil trabalhadores em educação da rede pública municipal de Belo Horizonte decidiram, frente a intransigência do governo municipal em negociar com a categoria, manter a greve da educação.
Após a assembleia, saimos em passeata até a PBH, devidamente cercada pela guarda municipal.
Em mais um capítulo desta luta, os trabalhadores deram mostras de que seguirão firmes na mobilização, conscientes de que este é um momento chave para barrar o sucateamento da educação pública na capital.
A próxima assembleia será dia 5 de abril, no Marconi as 14h.
Amanhã, as 14h, promoveremos uma manifestação na câmara municipal de BH.

Daniel Oliveira
Unidade Classista/Intersindical Minas Gerais

quinta-feira, 25 de março de 2010

Unidade Classista/SP – Trabalhadores da educação - Construindo a Intersindical e a Oposição Alternativa

A Unidade Classista é uma corrente sindical composta por militantes do PCB e por trabalhadores e sindicalistas que querem resgatar um sindicalismo de luta, de defesa dos interesses dos trabalhadores, unitário e classista. A Unidade Classista participa da construção da Intersindical, instrumento de organização e luta dos trabalhadores.

Nós, professores da rede estadual de São Paulo, estamos em greve desde 5 de março. A situação dos profissionais da educação em São Paulo se tornou insuportável. Os salários, congelados há mais de dez anos, não permitem uma vida digna, muito menos possibilitam aos professores investirem na sua formação. O governo Serra procura culpar os professores por todos os males da educação, isentando os sucessivos governos pelo abandono das escolas e dos alunos. O governo destrói os planos de carreira, dividindo a categoria em regimes de trabalho diferenciados e cada vez mais precários, numa insuportável sopa de letrinhas.

terça-feira, 23 de março de 2010

Frente à omissão da PBH, a greve na educação de BH continua firme!

Os/as Trabalhadores/as em Educação realizaram a segunda assembleia de greve deste ano. Sem nenhuma proposta do governo, a ampla maioria (quase unanimidade) definiu pela continuidade da greve.
A assembleia no Colégio Marconi representou para a categoria um marco no movimento, pois foi neste lugar que grandes greves tiveram início em um passado próximo. As assembleias lotadas, manifestações fortes e a luta da categoria garantiram muitos direitos que hoje brigamos para mantê-los e ampliá-los. Retomar esta história e dar início à greve com 70% de adesão é um importante passo para um novo capítulo da rede municipal.

A passeata ocupou as ruas desde a Av. do Contorno até a porta da PBH. Ao som da música "Enrolation do Lacerdão", caminhamos dando voz à indignação presente nas escolas pela discriminação contra os/as professores que trabalham na educação infantil; pelas propostas meritocráticas de remuneração que desconsideram direitos como a licença médica e maternidade; pelas ordens e instruções de serviços autoritárias; pela falta de recomposição salarial desde 2007; entre outras coisas.

Estamos em greve por tempo indeterminado! Esperamos que esta situação se resolva logo, pois só voltaremos para as escolas depois de uma proposta concreta e satisfatória de reajuste salarial e unificação da carreira da educação infantil.

Abraços,

Thaís e Cristiane

segunda-feira, 22 de março de 2010

Trabalhadores em educação de Minas reivindicam aplicação do Piso Salarial


Apesar de não ter sido oficialmente convidado para a solenidade de inauguração da nova sede administrativa do Estado no dia 04 de março de 2010, o povo se fez presente através dos movimentos sociais que organizaram a primeira manifestação reivindicando melhores salários e condições de trabalho.

Os trabalhadores em educação do estado de Minas Gerais se reuniram no dia 16 de março para uma assembléia seguida de ato na nova sede do executivo mineiro. A paulatina precarização das condições de trabalho dos servidores assim como o recebimento de salários com piso abaixo do mínimo levou os educadores a dar uma resposta ao governador Aécio Neves e sua política de déficit zero. Nos últimos oito anos, o chamado “Choque de Gestão” não fez nada mais do que reduzir investimentos em saúde, segurança e educação em prol de uma política de austeridade de gastos. Esse modelo neoliberal se pauta na diminuição do estado e a liberdade de atuação dos setores privados. Há que se lembrar que nunca as empresas e os bancos privados em Minas Gerais lucraram tanto. Essa lógica se manifesta também nos chamados prêmios por produtividade, onde os trabalhadores recebem bônus de acordo com critérios estabelecidos pelo governo. Essa prática, além de não possibilitar ganho real, empurra a culpa do descaso do governo com a educação nas costas dos professores, que além de tudo, são colocados uns contra os outros a fim de desmobilizar a categoria.

Ainda que a propaganda oficial afirme o sucesso do “Choque de Gestão”, o que os educadores encontraram na nova sede, foi uma obra faraônica em que estimativas levantam gastos na ordem de 2 bilhões de reais. A opulência dos edifícios não mascara as reais intenções com as construções. Levar o administrativo do executivo para uma região que fica praticamente fora dos contornos da cidade visa desmobilizar qualquer organização social que intente contra o governador uma vez que não acontece dialogo direto com a população e a mídia dá o tom que lhe aprouver. Outra situação que chamou a atenção dos professores foi o grande aparato policial que acompanhou a manifestação. Cerca de 800 policiais, dentre eles policia montada e a tropa de choque devidamente preparados para um conflito, guardavam o entorno dos prédios da sede.

Mesmo com toda essa situação contrária, os mais de 3000 trabalhadores não se intimidaram e realizarão uma assembléia que estabeleceu a data limite de 08 de abril: se até lá, o governador não negociasse a implantação do Piso Salarial nacional de R$ 1312,82, os trabalhadores entrariam em greve por tempo indeterminado. Seguiu-se uma manifestação que circulou a Cidade Administrativa junto aos trabalhadores da Saúde, polícia civil e servidores públicos e para dialogar minimamente com a população, fechou-se uma pista da Rodovia por cerca de 30 minutos.

A causa é justa e é chegada a hora dos donos do poder aprenderem uma lição: são os professores e demais profissionais da educação que estão na linha de frente na batalha da construção da cidadania. Os trabalhadores em educação exigem respeito e valorização! A luta é de todos nós! A vitória não tardará!

Daniel Braga (Buzz) – Professor de História da REEMG (Ibirité) e militante da corrente sindical Unidade Classista/Intersindical

Veja a Nota da INTERSINDICAL sobre a greve dos Trabalhadore(a)s em Educação da Rede Municipal de Belo Horizonte (MG)




INFORMES DA GREVE NA RMEBH




Sexta-feira fizemos mais uma atividade da greve: uma manifestação na porta da SMED. Na porta mesmo, pois ao tentar entrar, a Secretaria Municipal de Educação fechou as portas de vidro e chamou muitos guardas municipais para assegurar que não conseguiríamos chegar perto de tão "ilustres" pessoas. Esta é a primeira vez que encontramos as portas da SMED fechadas, apesar de já ser comum nas outras secretarias e na PBH. Mais uma vez o governo trata como privado algo que é público, assim como faz com a Praça da Estação.
A manifestação estava lotada e fizemos uma pequena passeata na Av. do Contorno. Panfletamos e conversamos com pessoas que passavam por lá, explicando porque estávamos nas ruas e não nas escolas.

domingo, 21 de março de 2010

Concurso Público para a educação em Minas já!


Em Junho próximo, o setor da educação completará cinco anos sem a realização de concursos públicos, o que já contraria há muito a recomendação do Ministério Público, que orienta o poder público a desenvolver concursos a cada quatro anos, tendo em vista as aposentadorias que ocorrem nesse período e a necessidade de se manter um efetivo quadro de funcionários estatutários.

Nós sabemos muito bem porquê o Governo Aécio não tem feito concursos nesse período.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Um breve Balanço da Gestão Neoliberal de Aécio Neves


Aécio Neves (PSDB) é um dos políticos com o mais alto índice de popularidade no país. Porém, é importante destacar que pertence a um partido símbolo do neoliberalismo no Brasil e vem promovendo ataques sistemáticos a direitos dos trabalhadores e até mesmo da liberdade de imprensa.

A popularidade que usufrui o governador Aécio Neves é fruto do apoio que recebeu, ao longo de suas duas gestões, de todo o complexo de comunicação do Estado e das oligarquias mineiras, além da ausência de uma oposição forte tanto na Assembléia Legislativa como no conjunto do funcionalismo. O próprio Governo Federal e a Prefeitura de Belo Horizonte, ambos ligados ao PT, por razões eleitoreiras, manifestaram apoio ao Governo, mesmo em momentos que direitos dos servidores vinham sendo atacados como foi o caso do famigerado “Choque de Gestão”.

CALENDÁRIO DA GREVE DA RMEBH


18 DE MARÇO - QUINTA-FEIRA - 09 HORAS NA PORTA DA PBH
APÓS ALMOÇO VAMOS ORGANIZAR COMISSÕES PARA FECHARMOS MAIS ESCOLAS E AMPLIARMOS A GREVE (o ponto de encontro de Venda Nova é o Geteco)

19 DE MARÇO - SEXTA-FEIRA - 14 HORAS NA PORTA DA SMED
NA PARTE DA MANHÃ VAMOS ORGANIZAR COMISSÕES PARA FECHARMOS MAIS ESCOLAS E AMPLIARMOS A GREVE (o ponto de encontro de Venda Nova é o Geteco)

VAMOS PARTICIPAR COM ENTUSIASMO, LOTAR AS RUAS, FECHAR AS ESCOLAS E AMPLIAR A NOSSA GREVE.

quarta-feira, 17 de março de 2010

GREVE NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BH!!

Iniciamos ontem uma greve por tempo indeterminado na rede municipal de educação de Belo Horizonte! Com ela estamos reivindicando reajuste salarial, melhores condições de trabalho e a tão batalhada e sonhada isonomia funcional.

Precisamos garantir que a grande maioria das UMEIS estejam fechadas e as educadoras de braços cruzados. Ano passado fizemos várias paralisações, muitas reuniões e nenhuma proposta concreta de reajuste para a categoria. Este ano trilhamos um caminho diferente: greve! Agora o governo terá que nos levar a sério.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Professores entram em greve em SP

Mais de 10 mil professores da rede estadual de ensino de São Paulo se reuniram em assembleia nesta última sexta-feira, dia 5, na Praça da República, centro de São Paulo, aprovando greve por tempo indeterminado a partir do dia 8, segunda-feira.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Mulher: como identidade de classe


Um agradecimento à mulher que me ensinou que a única identidade que fere o Capital é a identidade de classe,

Uma lembrança também ao homem que nos lembrou que somente entendendo todas as lutas poderemos chegar ao sonhado sem nome;
Porque mulher é antes ou depois? Se por um lado veio da costela, de outro veio de algumas dúvidas,

sexta-feira, 5 de março de 2010

MST e EZLN: Perseguição e ajuda às escolas dos movimentos sociais

Em fevereiro de 2009 as escolas itinerantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram fechadas por uma determinação do Ministério Público (MPE) do Rio Grande do Sul. Na ocasião, o MP e o governo estadual realizaram um acordo que confirmou o término do convênio entre o estado e o Movimento para a contratação de professores. Esse acordo representou o fechamento de oito escolas itinerantes do MST.